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Data: 16-01-2018

Número: 935

(Continuação das Dicas da semana passada) ...
            Dou aqui continuidade ao assunto “A VIDA DE UM CAMPEÃO”.
O nome de todo esporte competitivo é “jogo”, o que significa que não se trata de uma “ciência” exata, onde sempre dois mais dois é igual a quatro.
Há inúmeros fatores que podem levá-lo ao erro, sem que nenhum deles deva ser interpretado como “incompetência” sua, levando-o ao “comportamento negativista e derrotista”, que é o seu maior inimigo para fazê-lo perder um jogo.
Por mais que o chão das quadras pareça regular, é possível perceber-se poças de água confirmando a irregularidade desses pisos. As bolas que batem nas linhas das quadras causam também desvios na sua trajetória, muitos desses levando ao erro dos atletas.
Uma sujeirinha, ou um pequeno pedaço de folha de árvore que acaba de pousar na quadra mais bem cuidada do mundo pode também levar ao erro do atleta, bastando para isso que a bola adversária tenha batido no chão exatamente no local onde se encontrava aquela pequena folha. É que nós programamos uma aceleração de nossa raquete para efetuarmos o golpe exatamente compatível com a velocidade desenvolvida pela bola em nossa direção. E exatamente quando a bola bate naquele cisco ela escorrega e aumenta tanto a sua velocidade como muda sua direção que havia antecipadamente sido lida por nossa análise visual. A mesma coisa pode acontecer numa quadra de saibro, em que você tenha escorregado no chão no ponto anterior, criando um morrinho de areia que no próximo ponto ou em algum dos pontos seguintes do “game” poderá resultar na mudança de direção do pulo da bola, levando-o ao erro.
Também é muito importante se estar constantemente analisando a boa performance dos adversários, aprendendo-se a dar parabéns para eles quando jogarem bem, pois no esporte todos os atletas estão sempre tentando ser os melhores, quebrando “recordes”. Daí que se deve analisar, durante uma competição, quando o adversário foi perfeito, ocasião em que, em lugar de nos criticarmos em qualquer das situações acima descritas, induzindo nossos bilhões de células a um negativismo altamente prejudicial à nossa boa performance durante o jogo, devemos sempre agir com otimismo e também aprender a dar parabéns ao adversário, mas também deveremos analisar como poderemos evitar que aquelas mesmas situações favoráveis às boas características do oponente possam ser por ele repetidas durante o jogo.
O próximo assunto centra-se no fato de que você precisa fazer com que absolutamente tudo na vida conflua na mesma direção de ajudá-lo a atingir o estrelato. Eu fui um dos jogadores expoentes do País nos anos 60/70 e as constantes matérias publicadas pela mídia carioca faziam a população reconhecer-me nas ruas. Era para mim impossível reconhecer tantos rostos, além dos mais familiares, e por conta disso eu sempre aprontava um cumprimento com aquele famoso “- Fala meu garoto!” a quem me olhava rindo ou me chamava pelo nome. Meu objetivo era não passar por antipático e deixar evidente que eu era um cara simpático e legal. Por que isto é fundamental para um atleta expoente? É porque ... (Continua nas Dicas da próxima semana)

    

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