Top Tennis

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Total de Dicas postadas: 522

Data: 30-11-2019

Número: 1021

As Dicas de hoje continuam resultando de uma pesquisa que venho fazendo há anos sobre o assunto CONTROLE EMOCIONAL, 
NOTA – Ao final destas Dicas baseadas no livro de Dharma Singh Khalsa, M.D., a respeito de “Controle Emocional”, farei importantíssimos comentários sobre todo este instrumental que venho apresentando para estudo mais específico na área do esporte, e espero que o seu conteúdo venha a ser desenvolvido em nível internacional.
(Continuação das Dicas da semana passada) ...
(Continuação das Dicas da semana passada) ...
Ou seja, do mesmo modo que deixamos que repetidas vezes de convivência com o medo acabem por se tornar um hábito a aflorar em nossos pensamentos, amedrontando-nos nos momentos de pressão, precisaremos treinar muito e muito mais as frases dos comportamentos positivos que deveremos pensar naqueles momentos de pressão, até que elas se tornem um pensamento habitual em tais situações.
Também num trecho de meu livro mostro como se pode evitar a gripe ou como as mulheres podem inibir a antecipação menstrual às vésperas dos jogos decisivos, evidenciando que há inúmeras maneiras psicológicas de aprendermos a controlar a nossa mente, sobrepondo-a à matéria.
Como ficou esclarecido, o sistema límbico - onde se produzem as emoções - é onde a mente e o corpo se encontram; onde o pensamento encontra a emoção. É ali que são produzidas as emoções e as respostas físicas do corpo às emoções, em coordenação com o cérebro racional, o neocórtex (pensamento). Antes de o sistema límbico (emoções) decidir se fica excitado ou deprimido sobre um determinado evento, ele consulta o neocórtex (o pensamento) para obter o máximo de informações possíveis. O sistema límbico e o neocórtex trabalham em conjunto, a fim de formar seus pensamentos e emoções e determinar as repostas físicas do corpo àqueles pensamentos e emoções.
Lembre-se de quando foi dado o exemplo de que, se você se deparasse com uma cobra e ela balançasse seu chocalho, seu neocórtex (o pensamento) avisaria ao seu sistema límbico (emoções) do perigo, ordenando: “- Fique com medo! Fique com muito Medo!”. Aí seu sistema límbico iria desencadear uma torrente de substâncias químicas estimulantes que lhe dariam forças para escapar da cobra. Mas seu pensamento também poderia, logo depois, dizer ao seu sistema límbico (emoções) que aquela cobra era de brinquedo e a grande reação de estresse anterior seria imediatamente combatida pelo sistema límbico, que provocaria uma grande emissão de endorfina para acalmar o seu organismo.
Como você percebe, todas essas reações partiram de um comando chamado cérebro racional (o neocórtex) e podem levá-lo tanto ao nervosismo, como à tranquilidade. E dentro dessa racionalidade, o que importa realmente é aprendermos o caminho para controlarmos a nossa mente.
Assim, na hora do “match point” pense em mandar uma grande dose de endorfina (tranquilizante) para o seu organismo, via ativação de seu sistema endócrino (onde se encontram as glândulas endócrinas, que formam as emoções que nos excitam ou deprimem, tornando-nos, enfim, tristes, felizes ou zangados) e a maneira para fazer a matéria controlar a mente será enchendo bastante os pulmões de ar (o que o fará absorver endorfina (tranquilizante), através de grandes bocejos. Não tenha pressa para iniciar o “match point”. Gaste todo o tempo que lhe for permitido, andando vagarosamente para o local de saque (ou de devolução de saque), até sentir que se encontra razoavelmente tranquilizado pelo efeito da absorção de endorfina.
Outra grande recomendação para se preparar mentalmente para jogar o “match point” está registrada no Capítulo 1 de meu livro, em que faço a figuração rato/leão, explicando os inúmeros detalhes do comportamento psicológico do atleta, na hora decisiva (o “match point”, no tênis; ou o pênalti, no futebol etc). Ali também mostro como se pode evitar a gripe ou como as mulheres podem evitar a antecipação menstrual às vésperas dos jogos decisivos, evidenciando que há inúmeras maneiras de aprendermos a controlar a mente, sobrepondo-a à matéria. Creio que certamente os médicos especializados nesta área poderão também indicar outros meios capazes de nos induzirem a efetuar o controle de nossas emoções sobrepondo a matéria à mente.
            Aprender a vencer è uma tarefa tão (ou até mais) árdua quanto a de chegar a ser um jogador tecnicamente perfeito. Este caminho é penoso e deixa para trás muitos perdedores. Digo perdedores, porque “tudo, tudo mesmo que você deseja, você pode conseguir.” Você só não alcança aquilo que de fato, no fundo, no fundo, não estava efetivamente determinado para conseguir.
            Desejando que você amadureça as ideias aqui expostas e consiga retirar delas o maior proveito, finalizo este trabalho com mais uma das magníficas ideias expostas pelo iluminado professor Dharma Singh Khalsa: Você provavelmente já se preparou intensamente para enfrentar um grande desafio, visualizou seu sucesso, concentrou toda a força de seu ser, afastou os medos e as dúvidas e, então, rumou para seu desafio com uma mente lúcida e cristalina, com um perfeito ajuste entre o intelecto e a emoção. Se já sentiu isso pelo menos uma vez, ou algumas vezes, talvez tenha devaneado nostalgicamente sobre isso e saboreado não só o resultado triunfante, mas a sensação de uma vez ter alcançado a vitória.
                Eu, particularmente, por minhas vitórias passadas como atleta do tênis, por ter deixado documentadas em minha carreira como economista ideias que foram utilizadas pelo governo brasileiro e também por ser o autor do livro Top Tennis e vir ocupando este espaço na internet que me satisfaz como escritor, convido você, caro leitor, a comungar comigo o sabor de alcançar uma ou algumas dessas indeletáveis vitóriabss.
 
Obs.: volto de viagem no dia 8 de janeiro de 2020.
 

    

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