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Data: 18-05-2019

Número: 993

Interrompo o assunto abordado nas últimas Dicas para fazer críticas sobre certos erros cometidos até pelos melhores jogadores do mundo.
            O primeiro comentário que farei é sobre um erro de voleio na paralela, ao receber um potente “drive” cruzado. Este é um erro muito comum até mesmo em atletas “top-ten”, ao não conhecerem, ou não respeitarem o importante “CONCEITO DE REFLEXÃO DA LUZ”, explicado em meu livro no item “5.4.2 – Como volear ou executar um drive na paralela, após ter recebido uma cruzada”. Veja também o item “2.10 – As fases da trajetória da bola; a amplitude do campo visual, a velocidade relativa da bola e onde executar os golpes”. O erro acima citado ocorre quando o atleta recebe uma forte bola na cruzada e cometeu um exagerado erro de voleio na paralela. Veja, uma luz (ou uma bola) vinda da cruzada e incidindo sobre um espelho (ou uma raquete) que se encontre junto à rede o espelho (ou a raquete) paralelo(a) àquela rede, essa luz (ou bola) terá o seu reflexo após bater no espelho (ou na raquete) com um ângulo igual ao diagonal anterior de onde essa bola veio. Ou seja, se o espelho (ou a raquete) estiver paralelo(a) à rede, a luz (ou a bola) irá cair muito longe do local para onde estará apontado o espelho (ou a raquete). Para corrigir tal erro tem-se que apontar o espelho (ou a raquete) um pouco mais para dentro da quadra para que a luz (ou a bola) retornada venha a incidir (ou seja voleada) dentro dos limites da quadra.
            Sobre o nosso número um do mundo, o Djokovic, tenho também um comentário a fazer sobre um dos seus consideráveis erros táticos, que é o de executar uma curta errando-a quando estaria começando o seu saque. Quando se está sacando só se deve dar curta quando se está ganhando por 40/0 ou 40x15, pois o sucesso de vencer um ponto dando curta é de apenas 20% a favor de quem a executa (ver em meu livro o item “6.21 – Quando usar um drop shot”.. Ou seja, dar curta é muito arriscado e por isso não se deve botar pressão em cima de nós mesmos quando estamos sacando. Se estamos devolvendo o saque adversário poderemos dar curta a qualquer momento, porque o nome é quebrar o saque adversário, o que é difícil, e é por isso que no saque adversário podemos arriscar esse golpe com tão baixo índice de aproveitamento.
            Ainda tenho um pequeno comentário a fazer sobre um erro de voleio de bola baixa próxima da rede por atletas “two-handed grips”), ao golpearem com “slice” essa bola junto à rede e abaixo dela. Veja-se, “slice” é um golpe para abaixar a bola, a qual normalmente passa por cima e quase rente à rede. Daí que não se deve jamais dar “slice” quando se está executando esse golpe próximo à rede e com a bola mais baixa que a rede. A prioridade é executar-se esse golpe com “spin”, para que a bola passe bem mais alta por sobre a rede, minimizando o erro da bola na rede, e também fazendo com que o “spin” leve a bola a cair mais rápido em direção ao chão, minimizando também os seus erros no fundo da quadra adversária.
            Os “two-handeds” do “Terceiro Milênio” terão que adicionar ao seu estilo o aprendizado de golpearem as bolas baixas próximas à rede usando “spin” com uma só mão.
            A seguir vai uma mensagem para toda a população tenística internacional e até para todos os “Top-tens” do mundo. Toda vez que você se encontra nos momentos decisivos dos jogos a pressão psicológica induz ao endurecimento de seu corpo e com isso sua normal flexibilidade na execução dos golpes diminui razoavelmente. Percebe-se com isso que 90% dos primeiros saques começam a bater mais na rede. Por conta disso, ao sacar faça o máximo esforço para flexionar mais o seu corpo, para compensar esse enrijecimento muscular provocado pelo nervosismo e isso o ajudará a minimizar seus erros de saques na rede.

            Também para ajudá-lo a minimizar essa pressão psicológica coloque-se no lugar do adversário e tente pensar igual a ele que está perdendo naquele momento. Ele estará dizendo para si: “- Vou jogar uma barbaridade p´ra não deixar ele ganhar o jogo!”. Você tem que pensar como um leão, e não como um rato morrendo de medo na hora de fechar o jogo. Pense: “- Ele vai jogar como um leão p´ra não deixar eu fechar o jogo! Vou jogar agora como dois leões! Vou jogar mais do que ele!” E assim você fecha a partida a seu favor. Leia em meu livro o item “1.3 – Condicionamento psicológico”, que o ajudará a aprender a ser um vencedor, eliminando para sempre o NOSSO PRINCIPAL ADVERSÁRIO, QUE SOMOS NÓS MESMOS. 

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